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quinta-feira, 3 de julho de 2014

Resenha: Preciso Rodar o Mundo de Michelli Provensi


   

Desde pequenina achava lindo demais quem seguia a carreira de modelo, viajava o mundo, arrasava nas passarelas e em todos os outros lugares mas sempre soube que além de vocação pra o ramo eu iria precisar de um empurrãozinho e à uns anos atras botei na cabeça que antes de começar a tentar pra valer era necessário fazer um curso pra me especializar e fiz! Durante o tempo de curso foi que comecei a ver um mundo diferente do que todos vivem falando. A realidade atras dos backstages, dos editorias maravilhosos e dos pouquinhos minutos de passarela é completamente outra. E é justamente sobre isso que o livro Preciso Rodar o Mundo fala.

Michelli Provensi é uma modelo internacional que nasceu em Maravilha, interior de Santa Catarina, e iniciou sua carreira aos 16 anos. Em mais de dez anos no mercado, Michi, como é conhecida, morou em sete países e dividiu a casa com mais de 120 modelos. Ela já participou de desfiles nas principais semanas de moda do mundo.

 

O livro mostra a sensibilidade e também o senso de humor da modelo ao relatar momentos nada comuns no cotidiano da maioria das pessoas. Um convite pra ver a vida aos olhos de Michelli, uma garota muito inteligente que assim como todas as pessoas profissionalmente bem sucedidas, precisou abrir mão de uma porção de coisas pra chegar lá. A leitura é muito divertida, leve e agradável para aspirantes de modelo e curiosas em geral! Dá pra ler sobre as aventuras que se passam nos quatro cantos desse planeta, saber mais sobre moda e beleza e também descobrir muito do próprio ser humano.

Gente olha o rap que a Michelli fez pra divulgar o livro, eu ri horrores me identifiquei e vale a pena ouvir... garanto que em algum momento do dia você vai se pegar cantarolando All the models in the house all the models in the house representing hahahah



Enfim, que a magrela é talentosa não tenho duvida  nenhuma mas e você, já leu o livro?! Já sentiu vontade de ler? Comenta!!! 

terça-feira, 30 de julho de 2013

Resenha: Quem é você, Alasca?

  


Existem livros que vão te fazer morrer de amores por um garoto ou por uma garota e ver que a vida é uma eterna busca pelo grande talvez, aquela possibilidade intrínseca de ver que a vida vale a pena, que você tem amigos, família e pessoas que você ama e que te amam.
Existem livros que vão fazer você se debulhar em lágrimas, vão fazê-lo ficar horas se perguntando qual é o real sentido da vida, se existe esperança e qual o objetivo em continuar vivendo. 
Existem livros que vão te encher de duvidas em relação a tudo em que você tinha convicções fortes e formadas e te deixarão perplexo diante da sua incapacidade de compreender tudo.
Existem livros que não vão te dar uma resposta mas vão te mostrar um caminho para ela, um caminho de esperança em construir um sentido e não se sentir tão perdido assim no labirinto da vida.
Existem livros que vão te encher de esperança na possibilidade de não se desesperar para sair do labirinto rápido e diretamente e sim fazer com que você lute pela busca de um grande talvez e a partir dele encontre sua saída do labirinto.
Existem livros, vários livros. Este livro do John Green foi o que melhor me mostrou tudo isso e muito mais.
Então, ignore o fato de achar a capa ou o nome feios ou incompatíveis  a beleza da história está a partir da primeira página, quando você é convidado para juntamente com Miles ir em busca do grande talvez, e acaba indo para Culver Creek, um internato onde conhece seus melhores amigos - Coronel, Takumi, Lara - e o amor da sua vida - Alaska. 

Então amigos, o que estão esperando? Corram, corram, corram. 

sábado, 4 de maio de 2013

Resenhando: Nada é para sempre - Ali Cronin

                           Nada é Para Sempre


Estava super empolgada para começar a ler esse livro, pois acompanhei a série Skins (oi, nao tem nada melhor que Skins, tchau.) e sabia que a autora havia escrito um livro baseado nela. A mesma autora, Ali Cronin, escreveu uma série de livros sobre adolescentes, bem mais “real” do que as que vemos por aí: eles brigam, beijam, se arrependem, erram... Enfim, não são perfeitos!
O primeiro volume de Garota <3 Garoto, é incrivelmente viciante! A linguagem da autora é superjovem e engraçada, o que acaba tornando o livro leve. Mal posso esperar para ler a continuação, Dizem Por Aí.
Confira a sinopse: “Cass é a namorada fiel. Ashley não leva nada a sério. Donna é festeira. Ollie é mulherengo. Jack é esportista. Rich talvez seja gay. Mas e Sarah? Os amigos sempre tiram sarro dela por ser certinha demais, mas ela só está esperando pelo cara certo e agora tem certeza de que o encontrou. Será que ele sente a mesma coisa? Ou tudo não passa de uma paixão de verão? Acompanhe o emocionante último ano de escola de quatro garotas e três garotos de dezoito anos“.

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Resenhando: As vantagens de ser invisível.




Ao mesmo tempo engraçado e atordoante, o livro reúne as cartas de Charlie, um adolescente de quem pouco se sabe - a não ser pelo que ele conta ao amigo nessas correspondências -, que vive entre a apatia e o entusiasmo, tateando territórios inexplorados, encurralado entre o desejo de viver a própria vida e ao mesmo tempo fugir dela.

As dificuldades do ambiente escolar, muitas vezes ameaçador, as descobertas dos primeiros encontros amorosos, os dramas familiares, as festas alucinantes e a eterna vontade de se sentir "infinito" ao lado dos amigos são temas que enchem de alegria e angústia a cabeça do protagonista em fase de amadurecimento. Stephen Chbosky capta com emoção esse vaivém dos sentidos e dos sentimentos e constrói uma narrativa vigorosa costurada pelas cartas de Charlie endereçadas a um amigo que não se sabe se real ou imaginário.

Íntimas, hilariantes, às vezes devastadoras, as cartas mostram um jovem em confronto com a sua própria história presente e futura, ora como um personagem invisível à espreita por trás das cortinas, ora como o protagonista que tem que assumir seu papel no palco da vida. Um jovem que não se sabe quem é ou onde mora. Mas que poderia ser qualquer um, em qualquer lugar do mundo.

Primeiramente, as vantagens de ser invisível não é tão parecido com o filme assim. No filme parece que o Charlie escreve cartas para seu amigo que cometeu suicídio, mas no livro ele deixa em suspense para quem é que ele escreve, ainda porque ele quer se manter anônimo, apesar de sempre assinar com seu nome.
A história de sua irmã com o namorado não é parecida com oque conta no filme e, no livro ninguém tem medo que Charlie faça algo contra sua própria vida por ser um garoto depressivo e solitário. Ele não é do tipo que apanha e fica calado, mas também é extremamente inocente, sensível e pensa de uma forma meio infantil, além de ficar chorando por qualquer coisa. Charlie é um garoto muito controverso. 
Há partes no livro em que o jeito inocente e infantil de Charlie chega a irritar, mas na maior parte do tempo o jeito como ele narra a história encanta o leitor.
Em muitas partes fiquei impressionada com o número de detalhes que o filme mudou  e cortou inclusive partes muito boas.
A leitura é rápida, flui bem, é escrita de uma forma muito fácil de ler e ainda deixa você no escuro em relação á alguns mistérios do livro. 

Bem, vamos começar com as desculpas? Realmente tentei vim aqui durante esses cincos dias mais aqui na cidade ta chovendo o mundo e minha internet é de açucar D: Ontem fui lá na central e comuniquei a eles o erro mas só hoje voltou a funcionar, e como ontem foi dia do livro nada mais justo do que uma resenha de um livro maravilhoso como ele não é mesmo? Vale muito a pena ler! Espero que vocês tenham gostado do post, mil beijos. ;)

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Resenha: Meu namorado é um zumbi.


Tô em casa novamente, alôoo! Como vocês viram não deixei ninguém na mão durante minha viajem, porem houve aluns imprevistos e o blog ficou mais ou menos 5 ou 6 dias sem posts, mais agora estou de volta a atividade! Aos pouquinhos eu vou contando a vocês como foi minha viajem e gente socorro já tenho mais 2 viagens marcadas pra o mês de março! Tô me sentindo a tal, com licença. Bom, vamos ao motivo principal do post, a resenha do filme meu namorado é um zumbi.

                   filme-meu-namorado-e-um-zumbi

Durante a viagem marquei com algumas amigas um cineminha pra quando estivéssemos de volta à cidade e bem o filme escolhido foi Meu Namorado É Um Zumbi.


Para ser bastante sincera da primeira vez que vi o nome do filme "Meu Namorado É Um Zumbi" eu fiquei com medo. Achei que algum estúdio queria aproveitar a modinha crepúscular e colocar romance entre uma pessoa normal e um zumbi! Pensei: “tenha a santa paciência”. Mas pode relaxar, o enfoque do filme é exatamente este, porém ele não se leva a sério em nenhum momento. Isto é a melhor coisa que poderia ser feita!
O começo é aquele clichê básico que todo mundo sabe de cor e salteado. Por algum motivo acontece o apocalipse zumbi, várias pessoas morrem, voltam à vida e ficam vagando pela cidade. Entre elas está nosso amigo Zumbi “R” (Nicholas Hoult). Dentro da “caixa”, uma área criada para isolar os humanos dos zumbis, existem jovens que são treinados para o combate contra os mortos-vivos. Sobre a liderança de Julie (Teresa Palmer), um grupo de assalto sai da Caixa para explorar o território externo. Ao mesmo tempo, um bando de zumbis resolve sair do aeroporto para ir até a cidade em busca de comida! Não preciso nem dizer que estes dois grupos se encontram e o pau come forte! No momento em que R e Julie se encontram ao invés dele tentar come-la, literalmente, ele é alvejado pela flecha mágica do cupido é se apaixona instantaneamente, que lindo! Deste ponto em diante que se desenvolve a trama do filme.
Como eu disse, o melhor deste filme é que ele não se leva a sério. Os zumbis conversam, interagem e isto torna as coisas bem engraçadas, porém para aproveitar isto é necessário ter assistido uns dois ou três filmes clássicos sobre o tema e saber como eles se comportam. Se você não sabe nada sobre zumbis, não achará graça de muitas piadinhas!
À medida que a história se desenrola, as coisas são explicadas e você aceita o romance dos dois. As melhores partes do filme são os pensamentos que R tem sobre sua condição. Ele não se lembra do passado que teve, mas tem consciência que é um zumbi. Todo o início do filme com a ambientação no mundo pós-apocalíptico é muito engraçada. Por exemplo, ele reclamando que a pele de alguns colegas está caindo, outro, quando eles resolvem ir até a cidade e ele constata que vão demorar muito para chegar, são comentários cômicos que alfinetam diretamente todas as situações corriqueiras nos filmes com este tema!

O livro (sangue quente) eu não li, mais uma amiga minha leu e outra ta lendo, elas me recomendaram e disseram que é bem mais reflexivo que o filme, talvez até mais atrativo que o filme e na minha opinião boa ou ruim, acho que esse tipo de história “modinha” faz um bom papel de levar adolescentes pra leitura.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Lola e o garoto da casa ao lado.


Lola e o Garoto da Casa ao Lado - Stephanie Perkins


Quem aí é Drama Queen? Eu sou, e assumidíssima, haha! Esse livro é ótimo e a autora consegue expor a carga dramática de uma forma nada convencional: ela trata sobre temas tensos e polêmicos (como alcoolismo, por exemplo) de uma forma superleve e que te faz refletir sem precisar ler algo muito “forte”. Outro bom motivo para ler o livro tem nome e sobrenome: Cricket Bell, o “garoto da casa ao lado” da Lola. Sério, Cricket é apaixonante e aposto que todas as meninas também vão cair de amores por ele! <3

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Resenha: Fiquei com o seu numero.

    



Sophie Kinsella é sinônimo de sucesso. Ela é autora do famoso chick-lit Os Delírios de Consumo de Becky Bloom, livro que já foi adaptado para o cinema! Nesse romance, Sophie explora de uma forma superengraçada como momentos ruins podem ser presságio de algo bom! A protagonista Poppy perde – no mesmo dia! – o anel de noivado (caríssimo, que está na família do noivo há séculos!) e o celular. Tem como ser pior? Mas com um toque do destino, ela acaba achando um celular corporativo no lixo e conhece Sam (gerente da empresa e “dono” do celular) que, com o tempo, acaba se tornando um grande amigo.

Sou super apaixonada por livros e resolvi presentear o blog com uma nova tag: resenhas. Esse ano mal começou e minha lista de livros para ler e lidos esta maravilhosamente lotada! Eu peguei no livro Fiquei com o seu numero no sábado e não quis largar mais, adorei e li rapidinho. O livro é super divertido e é praticamente impossível não se apaixonar pelo Sam e ri pra caramba das peripécias de Poppy. O livro é repleto de ironia, espontaneidade e leveza, que na minha opinião foi uma combinação perfeita! <3

sábado, 29 de dezembro de 2012

Retrospectiva 2012, um pouquinho de tudo que rolou de marcante nesse ano.


    Nessa época sempre rola aquele momento nostalgia, né? A gente pensa em tudo que planejou para o ano, o que conseguiu realizar e o que vai ficar pro próximo... a gente relembra o que conquistou, o que aconteceu de bom, o que aconteceu de ruim... enfim, é hora de colocar a mão na consciência, pensar e traçar metas. A gente precisa ter objetivos na vida... que seja começar uma poupança, perder os quilinhos que incomodam, iniciar um curso bacana, procurar uma nova oportunidade. Eu acho que metas e objetivos são como o combustível da vida! Certo, chega de filosofia. Decidi fazer uma (outra) retrospectiva aqui no blog... falando de tudo um pouco... é claro que alguma coisa sempre fica pra trás - mas, fiquem à vontade para deixar contribuições nos comentários!


#OiOiOi! Essa hashtag contaminava a timeline do Twitter quando Avenida Brasil entrava no ar. A trama global, assinada por João Emanuel Carneiro, foi assunto constante nas redes e rodas sociais. Não acompanhei a novela, mas confesso que não perdi o último capítulo. Outra novelinha que certamente marcou 2012 foi Gabriela. Apesar das críticas e da audiência baixa (boatos), a produção foi digna. No quesito séries, Revenge é a nova queridinha - tem muita gente fã da vingança de Emily/Amanda - aliás, dizem que o autor de Avenida Brasil se inspirou na série (será?). The Walking Dead comprovou seu sucesso e continua atraindo uma multidão de fãs, que não se cansa de debater sobre a história que envolve a sobrevivência humana em meio ao apocalipse zumbi. Por fim, Gossip Girl, série que não assisti, mas sei que marcou época - e já terminou lá na gringa, levando Blake Lively e Leighton Meester ao status de estrelas.


   Momento fofoca! O divórcio de Katie Holmes e Tom Cruise foi super comentado - comemorado por uns, lamentado por outros. Além disso, outro bafão no mundo das celebridades foi a traição de Kristen Stewart, fotografada no chamego com Rupert Sanders, diretor de "Branca de Neve e o Caçador". Ao que parece, ela e Robbert Pattinson voltaram às boas. Também não podemos deixar de lembrar do casamento de Kim Kardashian com Kris Humphries, que durou só 72 dias. E ainda teve a separação de Heidi Klum e Seal, bem no comecinho do ano... era um casal tão bacana!


   Mas se ocorreram separações, também tivemos celebrações de amor. Enquanto Anne Hathaway e Adam Shulman foram discretos, Jessica Biel e Justin Timberlake estamparam capas de revistas - vale salientar o modelito rosa da noiva. Ainda teve o casamento escondido de Blake Lively com  Ryan Reynolds e o de Natalie Portman com Benjamin Millepied, em cerimônia bem discreta também. Esse povo não quer saber de contar detalhes dos casórios não!


   E se teve um casal comentado esse ano - só que fictício - esse casal foi Christian Grey e Anastasia Steele. A trilogia 50 tons de cinza virou febre - e vai virar filme. Aproveito para fazer um questionamento: quem aí leu? O que achou? Eu comecei o primeiro a uma semana (olá sou atrasada ok? ok) bem, eu até que tô gostando do que tô lendo e quando terminar eu faço um postzinho especial pra contar para vocês o que eu achei e se vale a pena mesmo.


   Deixando as fofocas de lado, vamos falar um pouco de moda? Muitas tendências surgiram nesse ano - e devem continuar firmes e fortes no verão. Mas, as queridinhas, foram o peplum, o top cropped e as candy colors. Arrisco dizer que a primeira e a terceira podem até se virar clássicos da moda. 


    Muita gente mudou o visual esse ano, mas essas três mocinhas roubaram a cena. Xuxa, sempre blond, virou morena para uma campanha da Koleston. Miley Cyrus também causou ao publicar nas redes sociais seu cabelo curtíssimo - em prol de uma campanha solidária. E Anne Hathaway foi a que mais me chocou quando tosou a cabeleira para gravar "Os Miseráveis".
Gostaram da retrospectiva? Falta algo? Deixem suas contribuições!